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Embolização de Varizes Pélvicas

Conheça o uso de embolização uterina para o tratamento de varizes pélvicas

Embolização de Varizes Pélvicas

Varizes pélvicas são veias tortuosas, dilatadas, que acabam perdendo sua função normal, podendo causar incômodo e dor abdominal. Alguns sintomas associados a essa condição incluem: cólicas, dor durante a relação sexual, sensação de peso em região de andar inferior de abdome, dor nos membros inferiores quando período menstrual, aumento do fluxo menstrual, hematúria (urina com sangue). Além de sinais como varizes em região vulvar, glútea, parede abdominal, em associação com varizes de membros inferiores.


Estima-se que 10-38% das mulheres apresentam refluxo das veias ovarianas e varizes pélvicas, boa parte dessa população é assintomática. Quando sintomática, referem dor em região do abdome continua, que pode eventualmente piorar durante o período menstrual, essa dor não passa com analgésicos comuns, eventualmente, pode estar associada a dor durante a relação sexual (chamamos de dispareunia).


O diagnóstico das varizes pélvicas pode ser feito por meio de exames de imagem, como ultrassonografia com Doppler, tomografia computadorizada ou ressonância magnética.

O tratamento das varizes pélvicas pode incluir o uso de medicamentos para aliviar a dor e a prática de exercícios físicos. Em casos de refratariedade ao tratamento inicial e dependendo do grau das varizes, pode-se realizar o tratamento endovascular por meio da embolização das veias ovarianas.


A embolização das veias ovarianas é uma opção de tratamento minimamente invasivo para o caso de varizes pélvicas. Atualmente, é considerada a técnica padrão para o tratamento. Por meio de um pequeno furo realizado na virilha é inserido um cateter que irá ser posicionado na veia a ser tratada, e são liberadas molas e plugues que conseguem ocluir essas veias.


Portanto, é fundamental que as paciente com sintomas semelhantes procurem ginecologista para investigação adequada. O tratamento, em geral, envole medicação medicação e mudanças de hábito de vida e, em casos mais graves, podem ser realizados procedimentos minimante invasivos para melhorar sintomas e a qualidade de vida dos pacientes.

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